História da IPJ
Conheça mais sobre a História da Igreja Presbiteriana de Jundiaí

– 1870 a 1880: Missionários da Igreja Presbiteriana do Sul dos Estados Unidos estabelecem-se em Campinas. Em Jundiaí, como resultado do trabalho do missionário Dabney, converte-se ao Evangelho a dona Cherubina Franco, primeira convertida em Jundiaí. Dabney e mais dois missionários são vitimados pela grande epidemia de Campinas, vindo a falecer.

– 1895: O trabalho passou a ser controlado pela Primeira Igreja Presbiteriana de São Paulo, e Erasmo Braga, então aluno do Seminário, visita a Congregação no período de 1895 a 1897.

– 1900: Após 15 anos de trabalho consegue-se reunir uma pequena Congregação no período de 1895 a 1897.

– 1902: O Reverendo Modesto Carvalhosa, ministro da Segunda Igreja Presbiteriana de São Paulo, reestabelece o trabalho nesta época.

– 1909: Retorna o Reverendo Erasmo Braga à direção dos trabalhos, realizando os cultos nas casas dos fiéis, formando, então, um primeiro rol de membros, do qual consta os nomes de: Cherubina Franco, Seraphina Maria de Jesus, Germano Cesar, Catarina Cesar, Feliciana Fêu, Maria Fêu, Escholástica Fêu, Antonia Alves Fêu.

– 1911: Em 15 de dezembro, o Presbitério de São Paulo aprova o primeiro registro histórico, organizado pelo Reverendo Erasmo Braga.

– 1914: Os trabalhos passam a ser dirigidos pelo Evangelista Bernardino Gregório da Silva.

– 1916: Os cultos passam a ser realizados na residência do sr. Templo e dirigidos por ele mesmo. Os trabalhos estão sob responsabilidade do Evangelista James Smith. São, ao todo, oito membros professos.

– 1917: Passa a ser responsável pelos trabalhos o Evangelista Gastão Boyle, que permanece até 1920.

– 1918: A Congregação é visitada pelo Reverendo Dr. Thomas Porter e pelo Reverendo Herculano de Gouvea, além de estudantes do Seminário. A Congregação tem, então, uma Escola Dominical com 25 alunos.

– 1919: Visitam a Congregação nesse ano o Reverendo Henrique Camargo, o Reverendo Porter e os estudantes do Seminário.

– 1921: É alugada uma sala à rua do Rosário nº 19, e os cultos passam a ser quinzenalmente realizados com auxílio do Reverendo Henrique de Camargo.

– 1923: O rol é composto de 12 membros professos. O trabalho mais efetivo é, então, a Escola Dominical, superintendida pelo Tenente do Exército Dr. Wolney de Castro, membro da Igreja Episcopal.

– 1924: O trabalho é confiado, quanto à pregação, ao sr. Benedito de Carvalho, e, quanto ao pastorado, ao Reverendo Henrique de Camargo. Com a entrega da casa que era usada para os cultos, a regularidade dos trabalhos sofre embaraços.

– 1925: A Congregação passa aos cuidados do Reverendo Jayme Smith, funcionando provisoriamente na residência do sr. João Fêu.

– 1927: O Reverendo Thomas Porter volta a cuidar dos trabalhos.

– 1930: O licenciado Mattathias Fernandes faz todo o trabalho, que está mais regular, com uma Escola Dominical superintendida pelo sr. João Fêu, uma Sociedade de Senhoras, presidida pela sra. Alice Vieira, e um coro, dirigido pelo sr. João Vieira.

– 1931: O trabalho pastoral fica a cargo do Reverendo Paulo de Miranda Costivelli. Começa-se a procurar um terreno para o futuro templo.

– 1932: Em 10 de abril, quando se realizou a Profissão de Fé de várias pessoas, a Escola Dominical contou com presença de 71 pessoas.

– 1933: O trabalho passa a ser dirigido pelo Evangelista Benedito de Carvalho. Já se possui um pequeno fundo de construção.

– 1934: A assistência é do Reverendo Avelindo Boa-Morte. Há 20 membros professos, Escola Dominical com quatro classes, cinco professores e 32 alunos. Há, ainda, Sociedade de Senhoras com 20 sócias. O Reverendo Avelino voltará a liderar em 1937.

– 1935: O Reverendo João Paulo de Camargo é o responsável pela Congregação. Ele também lidera entre 1936 e 1938.

– 1939: Assume o pastorado o Reverendo Antônio Marques da Fonseca Júnior. Em 5 de abril é inaugurada uma sala de culto à rua Barão de Jundiaí nº 29. Os trabalhos passam a ser feitos todos os domingos e às quintas-feiras. No final do ano, a estatística apresenta: 22 membros, Escola Dominical com três classes, seis professores e 35 alunos.

– 1946: A estatística acusa a existência de 46 membros, Sociedade Feminina com 21 sócias, Escola Dominical com 52 alunos, seis classes e 10 professores e oficiais.

– 1947: Registra-se o falecimento de dona Cherubina Franco, aos 85 anos de idade, e 71 de vida cristã, a primeira convertida em Jundiaí.

– 1949: Providências importantes são tomadas, como a nomeação de comissões, inclusive uma de construção. Registra-se, então, a aquisição do terreno para o futuro templo.

– 1950: Lançamento da pedra fundamental do templo

– 1951: Inauguração do salão térreo e, em 29 de julho, organização da Igreja Presbiteriana de Jundiaí.

Ministros da Congregação e da Igreja Presbiteriana de Jundiaí

– 1939 a 1951: Reverendo Antonio Marques da Fonseca Júnior (Congregação Presbiteriana de Jundiaí)

– 1951 a 1959: Reverendo Antonio Marques da Fonseca Júnior (Igreja Presbiteriana de Jundiaí)

– 1960 a 1961: Reverendo Delfino Corrêa

– 1962: Reverendo Antonio Marques da Fonseca Júnior

– 1963 a 1968: Reverendo Astrogildo de Oliveira Godoy

– 1969 a 1971: Reverendo Osias Costa

– 1972 a 1976: Reverendo Eurícles Leite Carvalho Macedo

– 1979: Reverendo Abimael Campos Vieira

– 1980: Reverendo Adélio Mendes

– 1981: Reverendo Moacyr Jordão de Almeida

– 1982 a 1996: Reverendo Dr. Wilson do Amaral Filho

– 1997 a 2002: Reverendo Paulo de Lima Portes

– 2003 a 2011: Reverendo José Emiliano da Cunha

– 2012 – presente: Reverendo Luis Roberto Navarro Avellar

Ministros auxiliares

– 1954: Reverendo Odayr Taborda

– 1955: Reverendo Eliseu Narciso

– 1987: Reverendo Jairo Marques das Neves

– 1989: Reverendo Josias do Espírito Santo

– 1994 a 1996: Reverendo José Carlos Bertoni

– 1997: Reverendo Hugolino de Sena Batista

– 1997: Reverendo Flávio F. Mariano

Veja também:

– História da Igreja

– História do Protestantismo Brasileiro

– História do Presbiterianismo no Brasil