O maior e principal mandamento é amar ao Senhor Deus de todo o seu coração, de toda a sua alma, com toda a sua mente e com toda a sua força. O segundo grande mandamento é amar ao seu próximo como você já ama a si mesmo. A primeira afirmação parece fácil de ser cumprida, mas a efetividade de amar a Deus com tal intensidade está diretamente ligada à prática do amor bíblico para com os outros (baseado em Mateus 22.36-40; Marcos 12.30-31; 1 João 2.10-11; 4.7-11, 20-21).

  1. O ponto de vista de Deus

O amor caracteriza a vida de um discípulo de Cristo (João 13.34-35; Efésios 4.1-3; Colossenses 3.14; 1 João 4.7-8).

Se você não ama aos outros, você não ama a Deus (1 João 4.20-21). Se você não perdoar aos outros biblicamente, não será perdoado por Deus (Mateus 6.14-15, 18.21-35; Marcos 11.25-26). Concedendo perdão aos outros, você demonstra a sua obediência à Palavra de Deus (Efésios 4.32; Colossenses 3.13) bem como o seu amor ao Senhor (João 14.15; 1 João 5.3; 2 João 1.6).

Quando você concede perdão aos outros, você mostra a sua gratidão para com Deus pelo perdão gracioso que Ele concedeu no Senhor Jesus Cristo (Mateus 18.21-35). Não julgue os outros com base em padrões, perspectivas ou experiências pessoais (João 7.24; Romanos 14.1-13; Tiago 4.11-12). Você será julgado na mesma medida com que julgar os outros (Mateus 7.1-2; Lucas 6.36-38).

  1. A sua esperança

Deus o capacitou para conceder perdão aos outros (Efésios 4.32). Você pode amar até mesmo os seus inimigos (Mateus 5.43-48; Lucas 6.27-35). Tanto o perdão como o amor bíblico não dependem dos seus sentimentos (1 Coríntios 13.4-8a; Colossenses 3.13), mas de um ato da sua vontade (João 14.15; 2 Coríntios 5.14-15; 1 João 3.18-24; 4.10-11, 21) em resposta ao amor de Deus (1 João 4.19).

III. A sua mudança

Faça aos outros o que você gostaria que eles lhe fizessem (Mateus 7.12). Você deve ser cuidadoso em remover da sua vida tudo quanto possa vir a ser uma pedra de tropeço para outros (Mateus 18.7; Romanos 14.13; 1 Coríntios 8.9, 13).

Deixe de argumentar, discutir e retornar mal por mal; revista-se de um linguajar bondoso e de um comportamento amável, bendizendo aos outros (Filipenses 2.14-16; Colossenses 4.6; 1 Tessalonicenses 5.15; 2 Timóteo 2.23-25; 1 Pedro 3.8-9).

A prática da Palavra de Deus tem início com julgar a si mesmo e remover da própria vida os obstáculos pecaminosos (Mateus 7.1-5; 1 Coríntios 11.28-31; Hebreus 12.1). Em seguida, você tem o privilégio e a responsabilidade de restaurar outros a uma vida vitoriosa (Mateus 7.5; 2 Coríntios 1.3-4; Gálatas 6.1-5).

(Extraído e adaptado do Manual de Autoconfrontação)

CategoriaArtigos, Pastoral

© 2018 Igreja Presbiteriana de Jundiaí.Feito por: Loro Comunicação

Siga-nos: