No livro “Sem tempo para Deus: intimidade com Cristo para mães atarefadas”, uma jovem e sábia mãe, Gloria Furman, presenteia-nos com um “ar fresco” dentre os livros para mães. Ela tem como propósito situar o dia a dia da maternidade no contexto da eternidade.

A estrutura de “Sem tempo para Deus” segue em quatro partes. Logo na primeira, a autora faz uma introdução bastante convidativa: “Estampe a eternidade em meus olhos”. Furman demonstra que o trabalho simples, repetitivo e cansativo de uma mãe deve ser transformado pela perspectiva da eternidade. Na segunda parte, a autora explica em quatro capítulos que a maternidade foi criada por Deus para que Ele seja glorificado, ou seja, a graça e misericórdia divinas são manifestas também na relação mãe e filho(s).

Na terceira e última parte do livro, Furman apresenta a maternidade como instrumento de adoração ao nosso Deus Criador. Os sete capítulos dessa parte final apontam a obra redentora de Cristo, na cruz, como elemento fundamental para ser constantemente lembrado, especialmente quando nós mães nos vemos frustradas, inseguras e fracas diante dos diversos dilemas corriqueiros ou profundos que permeiam o nosso dia a dia.

A conclusão, na quarta parte, é um encorajamento final que convida cada mãe leitora a fixar o olhar no horizonte da eternidade, percebendo  que  um  dia  os  nossos filhos poderão se tornar nossos irmãos em Cristo. O livro falou ao meu coração em diferentes trechos e em vários capítulos. Aqui compartilho alguns.

A boa notícia para todos os dias – “O ministério do Espírito Santo inclui alinhar nossas inseguranças subjetivas como mães com a realidade objetiva da nossa segurança eterna em Cristo.” (p. 19)

Irmãs juntas para sempre – As mães e irmãs em Cristo devem espelhar a glória de Cristo em sua maternidade; por essa razão, cada uma de nós tem o seu “estilo” de criação de filhos que deve ser respeitado, desde que ele não fuja das verdades bíblicas. (p.  42 – 46)

As boas-novas nos dias maus – “A maternidade é um trabalho desgastante fisicamente e que nos esgota emocionalmente.” A nossa confiança, portanto, deve estar em Cristo para que não nos tornemos frustradas. “Assim, aproximemo-nos do trono da graça com toda a confiança, a fim de recebermos misericórdia e encontrarmos graça que nos ajude no momento da necessidade” (Rm 4.16 NVI).  (p. 107 – 116)

Mães são fracas, mas Ele é forte – O mundo prega que a maternidade é apenas para “as fortes”, porém somente as fracas reconhecem que precisam de Deus. “A dependência absoluta em Deus insulta o nosso orgulho”, enquanto Deus é exaltado em nossas fraquezas (p. 131–140)

(Extraído e adaptado do site conselhobiblico.com) I Resenha por Bianca Ribeiro

 

 

CategoryArtigos, Pastoral
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